Preguiça?

Preguiça?

Tudo bem, pode até ser preguiça… Mas estou com sérios problemas pra acordar cedo!
Poderia simplesmente adiar esses dias que estão por vir? A vontade de levantar da cama só diminui quando penso nesse final de semana…

Beijos e boa sorte para os vestibulandos!

Unhas decoradas.

Boa noite! Como andam as unhas de vocês? Já tá na hora de fazer? Se sim, espero que gostem das unhas da semana. Estão super simples de fazer. Não esqueçam que sempre podem curtir a página By Nadja Freire no facebook, e a do blog também. ;)

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Adorei todas, mas minha favorita foi a última. Linda, né? Qual vocês mais gostaram? Beijinhos.

Por: Carolina Alves.

Sorrisont

        Nada como um vento para fazer as coisas se mexerem, ou simplesmente levar embora. Mas nada melhor do que uma decisão bem tomada. Andar em cima do muro não é uma coisa que me interesse. Na verdade me instiga. Como alguém pode aguentar ficar ali, balançando de um lado pro outro sem nunca escolher pra que lado vai cair? E se você demora o vento te derruba pra algum dos dois lados. Então você cai.

         Mas talvez, no último segundo de hesitação, você tome sua decisão. Finalmente. E então chega aquele momento mágico, o vento sopra na direção certa, os passáros cantam em perfeita harmonia, e você pensa, por um segundo também, que bom que escolheu. E foi o que era bom pra você! Não tem nada pior do que não ser dono das próprias escolhas. Da própria vida. Da própria vontade. Viver sendo marionete do seu próprio medo. Da própria insegurança. Dos seus próprios devaneios. Algumas pessoas fogem. Outras simplesmente se libertam…

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Por: Carolina Alves.

Para uma amiga especial. Estou feliz que você tenha saído de cima do muro.

A, b, c, d…

          Escrever é estranho. Gosto de escrever no papel, porque fiquei traumatizada depois que li na internet uma matéria que falava de jovens que estavam perdendo a coordenação motora para escrever (que horror), de tanto que ficavam no computador. Mas ao mesmo tempo, gosto de escrever no computador, pelo fato de embora escrever rápido, digitar mais ainda. E é como se aqui meus dedos pudessem acompanhar meus pensamentos, no papel eles ficam atrasados, ou pior ainda, se perdem!

             Às vezes acho que nada que sai do pensamento para o papel presta. Outras acho que poderia ter ficado melhor. E ainda tem os dias que penso, nunca devia ter escrito isso. Mas acho que alguém um dia disse: A sua pior ideia é aquela que não é publicada, ou algo do tipo. Mas se não escrevo, mesmo que não venha parar aqui, que fique perdido embaixo da minha cama, ou em algum caderno velho, explodo. Dizem que você precisa canalizar suas emoções fortes pra algum lugar, ou enlouquece. Acho que fiz na ordem inversa. Enlouqueci e depois canalizei. Mas é como diz em uma música da Legião Urbana… “Consegui meu equilíbrio cortejando a insanidade…” e foi basicamente isso. Agora é assim que as coisas funcionam. Escrevo para ficar equilbrada, controlada, relaxada.

             Não espero que alguém me entenda, ou goste, embora seja mentira dizer que não gostaria que o fizessem. É tipicamente humano, detestável, mania de aprovação… Mas posso dizer que essa necessidade de ser aceita e aprovada por todos, eu estou deixando de lado, e hoje se ela existe é mínima. Boa sorte para mim, e para o resto de nós.

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Por: Carolina Alves.

Fx2

Fx2= Feira de ST e Festa Surpresa.

          Ontem, 26 de outubro, além de ser o dia da feira de ST lá na escola, foi meu aniversário. O dia começou cedo e bem preguiçoso. Ganhei um cartaz que “Gomes da Costa” fez todo mundo assinar, tão lindinho, foi sabotagem pra eu chorar, borrar toda a maquiagem e ela ficar mais fabulosa. Haha, não funcionou amiga (brincadeira lindoca! ♥).

         Todo mundo nervoso por causa da feira e eu que nem uma louca, dizendo pra quase todo mundo que passava por lá: Por que você não me deu parabéns? hahahaha. Todo o trabalho manual, espiritual e mental em fim mostrado ao mundo, nos rendeu um engraçado 10º lugar. (Eram 17 no total)

         Mesmo não ficando entre os 6 primeiros, até que me diverti nessa feira. Tirando alguns problemas, alguns platônicos que não visitaram minha barraca hahahaha, e o caso do texto tomate, foi um dia bom. No final, todos estávamos acabados, mortinhos, com as pernas gritando: Teremos varizes num futuro não muito distante, Thamires reuniu todos que sobraram com um pretexto qualquer e “tcharan”: Bolo de chocolate com bolinhas de chocolate, salgadinhos (eu sei que esse desconto foi o peso na sua consciência haha) e refrigerante. Bagunça agendada com sucesso! Adorei. Durante 3 anos vocês cantam parabéns para mim, espero que durante o resto da minha vida vocês não deixem de o fazer. Amo todos, de um jeito ou de outro.

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Obrigada a vocês todos. ♥

Por: Carolina Alves.

 

Para ler: Feios.

               Eu acho que quando você lê alguma coisa, além do seu vocabulário ser expandido, da sua capacidade de interpretação ser ampliada e da sua cultura, óbvio, você aprende alguma coisa, nas entrelinhas, que podem ser transferidas para o dia-a-dia. Tenho uma amiga que compra muitos livros,e como eu leio mais rápido do que ela, eu sempre pego emprestado antes dela ler. Foi por causa dela que conheci a série de Scott Westerfeld, que é composta por quatro livros: Feios, Perfeitos, Especiais e Extras.

              Acho que é uma história fantástica para quem gosta de ficção científica, e dramas adolescentes cotidianos explorados de uma forma mais interessante. De cara virou uma das minhas séries de livros favoritas, e estou doida para ler Extras, ainda não tive tempo. Enfim, se você já conhece, indique para um amigo. E se você não conhece, aposto que não vai se arrepender. ;)

“O jornal The New York Times disse sobre a série: “Uglies joga com as mudanças na adolescência, tanto física como emocional”.Já o School Library Journal falou: “Altamente legível, com um enredo convincente que incorpora tecnologias futuristas e um comentário perturbador sobre nossas atuais políticas públicas”. O próprio autor falou sobre o tema da série: “A beleza é hoje o maior referencial de nossa sociedade. A busca da perfeição tomou conta até de quem ainda não percebeu.””

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Por: Carolina Alves.

Tomate.

Oi! Desde que eu comecei a escrever aqui, nunca tinha ficado tanto tempo sem postar nada. Falta de inspiração? Acho que era “sufocação”. Estava focada numa feira que foi apresentada ontem lá na minha escola, e não pude me dedicar em nada aqui a esse canto tão especial. Mas, estou de volta. Além de me desculpar com quem lê, e ficou sem coisas novas, quero por meio da escrita me desculpar com alguém que eu amo tanto, e com o qual eu parcialmente fui culpada do motivo de toda sua raiva de agora, espero que você volte.

             Era um fevereiro animado. Todo aquele ar de calouro invadia meu corpo, penetrava pelos meus poros, e eu não podia me conter por finalmente ter três lances de escadas para subir diariamente (Óbvio que logo me cansei disso) e pela expectativa nos desconhecidos que eu veria pela primeira vez, dentro daquela sala, que logo se tornariam pedaços, uns menores outros maiores, de mim.

                 Então dentre todos estava você. Insuportável, mas amável. Arrogante, mas bem humorado. A personificação do deboche. Me irritava profundamente estar perto de você, mas doía só pensar em não estar. Durante os dias que passaram até hoje, sua evolução como pessoa não pode deixar de ser notada. Durante o período em que você decidiu se bandiar para o território “inimigo”, algumas coisas mudaram.

                 Era verão, ardente e abafado, era impossível não sentir o calor e o cansaço. Finalmente a energia dos veteranos era tangível. Cansados do ambiente sim, mas não das pessoas. E finalmente você voltou. Já não éramos tão próximos, e até hoje me questiono sobre sermos. Mas acho que gosto de como está. Não tenho certeza de como ficará quando nos reencontrarmos. Mas fico triste só de pensar que você pode nunca mais amarrar os meus sapatos, implicar com meus penteados, ou não aprovar nenhum dos meus amados. De debochar da minha voz, e de ser impaciente quando eu preciso que você compartilhe sua inteligência. De retribuir os meus abraços, ou me espetar com sua barba mal feita quando não é feriado.

              Acho que posso dizer que você me ensinou algumas coisas, além da matemática, que eu não pretendo esquecer. E como minhas emoções são multiplicadas por mil sempre, ainda mais na TPM, eu espero que você não me force a aprender a conviver sem você. E que assim que sua irritação passar, eu ouça você reclamar, brigar, sorrir, gritar e me fazer pegar aquele ônibus lotado novamente. Posso até imaginar. Te amo. Tomate. Haha.

Por: Carolina Alves.

Para um amigo especial.