Happy Birthday!

Com esse tempinho frio, nada melhor que ficar debaixo do cobertor assistindo filmes. Pois bem, hoje nada mais é que o aniversário do bruxo mais famoso de todos os tempos, o menino que sobreviveu, Harry Potter! Então, para comemorar, uma boa ideia é fazer uma maratona dos filmes da saga com muita pipoca, chocolate quente, ou mais coisas que o espírito de gordo sugira. haha

E, claro, os parabéns a J.K. Rowling, que também faz aniversário hoje. Agradecimentos por sua obra fabulosa e mais muitas histórias de vida!!

 

imagem: reprodução/google

Isabella Alves

Duas entradas, por favor.

Para quem está afim de ir ao cinema nesse final de semana, aí vão algumas indicações.

 

Junto e Misturados

Filme que estreou recentemente, uma comédia sem nenhuma novidade estrelando Adam Sandler e Drew Barrymore. Nada contra! Na verdade, até curto esse tipo de filme, e a junção desses dois atores até que é agradável. 

Ri muito no cinema, mas acho que minhas companhias contribuíram bastante pra isso… Claro, as aparições de Terry Crews são sempre hilárias, o entrosamento do elenco é bem visível e torna o filme melhor, e o cenário é bem interessante. Entretanto, vemos muito clichê, como a família só se tornar feliz quando está completa, pais solteiros não levarem jeito com filhos do sexo oposto, e eles só se apaixonarem a partir do momento que convivem “sem querer”… Mas não fui ao cinema com expectativas diferentes disso, e não adianta alguém pagar pra ver e sair xingando porque não gostou da comédia. Sério, quem espera uma lição de vida numa comédia romântica desse tipo?

Não vou fazer uma crítica extensa, e não que eu recomende esse filme a todo mundo. Mas quem gosta de comédia do tipo Adam Sandler (que pra mim, parece que ele sempre interpreta os mesmos personagens), é legal ver um dia que queria se distrair e rir um pouco… 

imagem: reprodução/google

Planeta dos Macacos – O Confronto

Eu só tenho críticas positivas pra o novo filme da franquia, apesar de sentir falta do James Franco. Muito bem trabalhado e complexo, com ótimas cenas de ação e muita tensão. Fiquei muito vidrada do início ao fim.

Pode-se dizer que o filme tem duas partes. A história se passa 10 anos depois da batalha na Golden Gate Bridge, em São Francisco. Primeiro mostra a organização e cultura dos símios, que desenvolveram uma pequena sociedade na floresta. Com boa convivência, César como líder sempre foca na família, no lar e na lealdade entre os macacos. Já os poucos humanos que sobreviveram a chamada Gripe Símia (desenvolvida em laboratório, pra quem lembra da “Origem”) vivem sem energia elétrica, isolados do resto do mundo pela falta de comunicação. Daí um grupo de humanos vai até a floresta buscando a represa para utilizá-la como fonte de energia, até encontrarem os macacos e criarem um certo conflito com eles. Mas César, por ter convivido com homens, estabelece um acordo e eles passam a conviver um certo tempo.

Ao longo do filme, claro, existem mais conflitos e problemas, e é aí que passamos pra segunda parte. Deixando um pouco de lado o desenvolvimento cultural dos símios, vemos agora reflexões não só sobre a sociedade, mas sim mais sobre indivíduos. E mostra também que os macacos evoluídos não são tão diferentes assim da espécie humana, que tanto desprezavam. É nessa parte que se dá início ao grande confronto, com grandes cenas de ação com direito a muitos tiros de metralhadoras, coisas explodindo e desabando. Até então, não havia uma espécie dominante, e seria a partir dessa guerra iniciada, sem ter certeza por quem, que saberemos isso. (Esperando pelo próximo filme!!)

imagem: reprodução/google

Isabella Alves

Necessário que se saiba: Lavar roupas brancas com roupas coloridas é receita para roupas manchadas.

Tenho visto muitos textos, sobre todos os tipos de assunto, na verdade. Feminismo, relacionamentos, comportamento, coisas que “toda mulher faz”, o que não fazer pra não acontecer tal coisa, porque pessoas com determinadas características obviamente são melhores que as outras que não as possuem em dar seu recado para o mundo, 5 coisas que você deve fazer para que algo específico aconteça, pessoas gordas que não são gordas… E por aí vai. É uma lista enorme. Gigantesca. O que todos esses textos possuem em comum? Todos eles generalizam, por mais que digam que não – e alguns nem dizem – o comportamento das pessoas.

Alguns deles jogam na sua cara, mas pedindo desculpas, que se você tem o cabelo curto (ou outra característica que escolham aleatoriamente) você passa a imagem de pessoa segura, que não está aí pra nada, que você é uma mulher independente e blá blá blá, não que as de cabelo comprido não façam isso – dizem – (e não pense que estou reclamando por ter o cabelo comprido, apesar da foto ao lado, meu cabelo está acima do ombro), mas as de cabelo curto com certeza fazem. Mas que palhaçada! Você sabe o que faz uma pessoa passar a imagem segura, independente, e todo esse blá blá blá todo? Personalidade, confiança, e auto-estima. E sabe o que isso tem a ver com o seu corte de cabelo? Nada. Sim, as vezes quando você corta o cabelo você se sente desse jeito, todo mundo sabe como um corte pode ser libertador, mas se você não possui personalidade e confiança, você não reflete nenhuma dessas coisas, não importa o cabelo que você tenha, não importa se ele for rosa neon. Cabelo não define se uma pessoa é mais confiante e segura do que a outra. Isso varia de pessoa pra pessoa. Pare de colocar um rótulo, uma definição em tudo.

Outros cismam em dizer que TODAS as mulheres são iguais. Que se você é psicótica e fuça a vida de seus pretendentes desde a primeira ultra sonografia até todos os trajetos alternativos que essa criatura faz do trabalho pra casa, eu tenho que fazer isso. Porque é o que mulheres fazem. Se você gosta de encharcar sua cara com base, pó, iluminador e litros de rímel, alisar o cabelo e fazer as unhas, se vestir de rosa ou simplesmente usar saias e vestidos (de qualquer cor), eu também preciso gostar. Porque eu sou mulher. Não tem nada de errado ser vaidosa, se você se sente bem usando maquiagem, use, mas não pense que eu sou obrigada a fazer isso porque eu sou mulher. Ou que se eu não gosto de fazer isso é porque alguém fez uma lavagem cerebral em mim, eu cresci em um meio masculinizado, ou estou com problemas de identidade. Algumas pessoas gostam de morangos, outras gostam de jiló, aceitem as duas. Eu não sou obrigada. Não é porque eu sou mulher e você também é, que nossos gostos, hábitos e rotina são iguais. Novamente, isso varia de pessoa para pessoa, vai da personalidade de cada um. Não significa que uma mulher tenha mais ou menos valor do que a outra ou seja mais ou menos mulher por isso.

Os famosos truques infalíveis que vão fazer aquela pessoa gostar de você… Eu até me assusto com a quantidade de coisas com esse tema que aparecem na minha time line, mas eu vou ignorar essa e deixar apenas uma pequena reflexão… NINGUÉM É IGUAL. Logo, como cada pessoa tem um modo de pensar diferente, preferências diferentes, reações diferentes e personalidades DIFERENTES, uma única fórmula dificilmente será universal! Tirando coisas básicas como ser simpático e sorrir ao invés de fazer carrancas, não existe uma fórmula milagrosa que vai funcionar com todas as pessoas do mundo. Parem de generalizar tudo.

 Pessoas gordas que não são gordas. Ou são. Ou não. E assim infinitamente. Todo mundo sabe que vivemos na ditadura da magreza. Outras décadas já valorizaram o corpo curvilíneo, ouvi dizer que na Índia as mulheres rechonchudas são preferência para os casamentos, mas hoje em dia as revistas querem nos oprimir o suficiente para que achemos lindo ser um retângulo. Ou pele e osso. Existem casos e casos. Existem pessoas que são magras por natureza, genética. Elas não precisam fazer esforço. Outras pessoas tem tendência de engordar, ou tem o corpo com o quadril largo por exemplo. Com tanto que você esteja saudável e respeite o seu biotipo, qual é o problema com a sua forma? Aceite, se você não nasceu com medidas pequenas e uma barriga chapada por natureza, e tem os quadris largos ou um peito enorme, ou um rosto que não é anguloso, é difícil pro seu corpo ficar igual a essas modelos. E por que você iria querer forçar o seu corpo a atingir essas medidas, quando ele sofreria com isso? Outra discussão irritante é: Se você é magra é porque você é anoréxica – não existe a chance de ser genética – e vive em dietas malucas, se você é gorda você é uma preguiçosa – talvez, eu sei que eu sou – que não faz nada da vida além de comer – sem a chance de você ter dificuldade de perder peso. Se você é magra você é uma retardada fútil que vive pros padrões de beleza da sociedade. Se você é gorda você é uma deusa que combate esse sistema opressor que nós vivemos, mas se você quiser emagrecer, veja bem, não significa que você quer ser esquelética, vamos dizer que por motivos de saúde até, afinal, pessoas muito acima do peso vão desenvolver problemas de saúde, você é uma vaca corrompida que vendeu sua alma pra usar uma calça 34! E a discussão mais recente: É ou não é plus-size? Sim, é ridículo uma pessoa que vista uma calça de numeração até 44 seja considerada plus-size, tendo em vista que essas pessoas não são magras, mas também não são gordas, são um meio termo, “falsas magras”, e com o índice de massa corporal dentro do padrão, o plus-size foi feito para as pessoas acima dessas numerações e do peso se sentirem incluídas na indústria da moda. Mas isso é absurdo, porque se o “normal” são modelos de costelas expostas, o plus-size são pessoas com as medidas normais!!! De pessoas normais!!! Minhas, suas e da sua amiga! Como não achar isso estúpido? Só estimula as pessoas a serem doentes e obcecadas com o corpo. Muitos distúrbios alimentares e de auto-estima poderiam ser evitados se existisse a conscientização de que você é uma pessoa, e seu corpo não precisa seguir um padrão no qual ele não se encaixa para que você seja bonita ou aceita.

Feminismo: Eu sou mulher. Como posso não ser a favor do feminismo? Radical, moderado, independente de qual vertente seja. O que eu sou contra é: Mulheres extremistas – esse extremo não é bom em nenhum lugar, seja o assunto que for – que ficaram tão obcecadas que para elas nada além da visão delas é a certa. Se você usa maquiagem você não é feminista, você é uma mulher submissa e oprimida pela indústria da beleza. Se você se depila, você não é mulher suficiente, porque você precisa estar do jeito que os homens esperam que você esteja – nenhuma chance de você se depilar por se sentir incomodada com os pelos… Se você tem o cabelo grande, ou se veste com roupas femininas, ou tem uma personalidade de acordo com a representação da sociedade de “feminilidade” você não passa de uma idiota que se deixa dominar por esse sistema de patriarcado. Minhas queridas!!!! Acordem pra vida! Vocês serem mulheres e me dizerem que o meu comportamento é derivado de uma suposta submissão minha a esse sistema e que eu contribuo assim para a imagem de mulher o sexo frágil e blá blá blá, é opressão! Você só está mudando o foco, você quer que eu seja submissa a você. Você quer que eu pare de ser como “eles” querem que eu seja, e passa a querer me converter ao seu estilo, o que realmente representa a mulher, na sua opinião. Não é porque você é uma mulher que você pode me dizer o que fazer ou o que pensar de um jeito que me torne mais mulher. Eu sou livre pra ser mulher do jeito que eu bem entender, e isso não significa que eu seja menos ou mais do que você e muito menos que por eu gostar de depilar o braço eu esteja menos envolvida em causas realmente relevantes. O que eu faço com o meu corpo não é da sua conta, e nem da de ninguém. Do mesmo jeito que você é livre para se vestir de um jeito, cultivar sua aparência de um jeito, agir de um jeito, eu também sou. Isso não significa sempre que eu esteja fazendo isso pra me encaixar no significado de mulher que a sociedade dita. Talvez eu goste de ser vaidosa, ou de usar vestidos. Pare de me rotular! Assim como você quer que parem de rotular você. Nós estamos todas juntas pela mesma causa, a da liberdade e igualdade da mulher na sociedade. Pare de me discriminar. O feminismo é um movimento social, e não me impede em nenhum modo de ser mulher do jeito que eu achar melhor.

Enfim, esse texto já está gigante, e supondo que você leu até o final, a mensagem que eu quero passar é: Pare de generalizar, pare de criar rótulos, pare de achar que todo mundo é igual a você, pare de achar que só o seu ponto de vista é o certo. Argumente ao invés de impor, pare de ser intolerante e usar mil xingamentos quando você não concordar com alguma coisa. Use fatos válidos para dar uma opinião, tenha bom senso! Pare de achar que todas as mulheres são iguais, e acima de tudo, entenda: Pessoas possuem personalidades diferentes, estilos de vida diferentes, mentes diferentes. É como aquele brinquedo de encaixe. Pare de tentar encaixar uma estrela num formato redondo. Ou um triângulo num quadrado. Pessoas são diferentes. Celebre as diferenças ao invés de impor moldes. Não ache que porque fulana age de um jeito, sua irmã/namorada/tia vai agir assim também. Existem comportamentos que podem ser associados, mas tudo depende das circunstâncias. Aceite opiniões diferentes. Não se contente em ter o pensamento igual. Tenha senso crítico, fuja do senso comum. É isso.

3R

Olá! Pessoal, que tal uma inspiração pra usar os três R? Quer um bom motivo? Pois eu vou dar dois. É mais que conhecido que o preço das coisas, móveis, comida, e tudo que você possa comprar, está cada dia maior. Mas aí você quer fazer uma mudança na sua casa, renovar a decoração… E talvez você esteja meio sem dinheiro no momento… Mas não significa que você precisa estar sem criatividade. Reutilizar objetos e móveis já adquiridos te poupa dinheiro e te dá a oportunidade de ter novas peças únicas e decoradas de acordo com o seu estilo. Esse é o primeiro motivo. O outro é: O planeta está entulhado. De coisas, de lixo, de pessoas. Você jogar fora coisas que você ainda pode aproveitar, pra comprar coisas novas que você talvez nem precise, e provavelmente vai querer repetir o processo novamente, só vai ajudar a fazer crescer essa pilha de entulho. Vamos ser ecológicos. Reciclem. Se divirtam com as possibilidades.

Aqui vão algumas fotos para vocês se inspirarem. Procurando o que fazer hoje? Que tal vasculhar nas suas coisas objetos que você aparentemente não usa, e dar a eles uma nova utilidade? Se encham de ideias! =D

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Carolina Alves

Para passar o tempo 15

Bom dia! Algumas pessoas ainda estão de férias, enquanto outras talvez encontrem tempo apenas nos fins de semana, mas seja como for, não podemos deixar de atualizar nossa lista de leituras! Hoje vou dar duas sugestões de livros, todos com continuação. Se você ainda não leu, aproveite!

Eu Sou O Número 4 – Este é um livro de ficção científica/juvenil, o primeiro da série Os Legados de Lorien, que até agora conta com 4 livros publicados no Brasil. O livro, que tem uma adaptação cinematográfica, conta a história de John Smith, um cara de outro planeta, que foi mandado a Terra porque seu planeta foi destruído pelos Morgadorianos, de quem ele e outros “9”, que vieram na esperança de um dia reconstituir seu lar, fogem e lutam por suas vidas. A história é boa, os personagens são engraçados e tem tudo pra conquistar sua simpatia. Eu já li as outras continuações lançadas, e posso garantir que a história só fica melhor!

(Se você não puder comprar o livro no momento, mas estiver desesperado para ler, procure o blog Livros On-line)

Sinopse: “Nove de nós vieram para cá. Somos parecidos com vocês. Falamos como vocês. Vivemos entre vocês. Mas não somos vocês. Temos poderes que vocês apenas sonham ter. Somos mais fortes e mais rápidos que qualquer coisa que já viram. Somos os super-heróis que vocês idolatram nos filmes e nos quadrinhos — mas somos reais.

Nosso plano era crescer, treinar, ser mais poderosos e nos tornar apenas um, e então combatê-los. Mas eles nos encontraram antes. E começaram a nos caçar. Agora, todos nós estamos fugindo.

O Número Um foi capturado na Malásia.

O Número Dois, na Inglaterra.

E o Número Três, no Quênia.

Eu sou o Número Quatro.

Eu sou o próximo.

Eu-sou-o-numero-quatro_livro

 

Para Sempre – É o primeiro livro da série. Somos apresentados a alguns dos personagens mais relevantes, mas cada livro revela um novo personagem como adição a trama. Ever, a protagonista, é uma garota que vê sua vida mudar depois de sua família ter morrido num acidente, onde ela também deveria ter morrido. A partir daí ela vai morar com sua tia, mas sua rotina agora é muito diferente. Além de ouvir vozes e enxergar a aura das pessoas, Ever não é muito bem aceita na escola, a não ser por seus dois fiéis amigos. Até conhecer Damen. Que é onde tudo realmente muda. Talvez você ache o primeiro livro um pouco fraquinho, e até o terceiro livro a Ever pode realmente te fazer perder a paciência… Mas não desista! Os últimos 3 livros são os melhores.

Sinopse: Ever Bloom tinha uma vida perfeita: era uma garota popular, acabara de se tornar líder de torcida do principal time da escola e morava numa casa maravilhosa, com o pai, a mãe, uma irmãzinha e a cadela Buttercup. Nada no mundo parecia capaz de interferir em sua felicidade, o céu era o limite! Até que um desastre de automóvel transformou tudo em um pesadelo angustiante.

Ever perdeu toda a sua família. Mudou de cidade, de escola, de amigos, e agora, além de todas essas transformações em sua vida, ela precisa aprender a conviver com uma realidade insuportável: após o acidente, ela adquiriu dons especiais. Ever enxerga a aura das outras pessoas, pode ouvir seus pensamentos e, com um simples toque, é capaz de conhecer a vida inteira de alguém.

É insuportável. Ela foge do contato humano, esconde-se sob um capuz e não tira dos ouvidos os fones do i-pod, cujo som alto encobre o som das mentes a seu redor. Até que surge Damen. Tudo parece cessar quando ele se aproxima. Só ele consegue calar as vozes que a perturbam tão intensamente. Ever não entende o porquê disso, mas é incapaz de resistir à paz que ele lhe proporciona, à sensação de, novamente, ser uma pessoa normal. Ela não faz ideia de quem ou o quê Damen realmente é. Sua única certeza é estar cada vez mais envolvida… E apaixonada.

Até que surge Damen. Tudo parece cessar quando ele se aproxima. Só ele consegue calar as vozes que a perturbam tão intensamente. Ever não entende o porquê disso, mas é incapaz de resistir à paz que ele lhe proporciona, à sensação de, novamente, ser uma pessoa normal. Ela não faz ideia de quem ou o quê Damen realmente é. Sua única certeza é estar cada vez mais envolvida… e apaixonada.

pppp

Carolina Alves

Xícara não se escreve com CH, onde não usar o X?

De tempos em tempos eu estou debruçada na janela
E o vento vem em seu percurso de rotina
Fazendo poeira de bailarina
E a memória do seu rosto vem me visitar
Que assombro
Ou indelicadeza a minha
Não te convidar para entrar
E o horizonte não é distinguível na escuridão
Minha respiração corta o silêncio
Virando a melodia
Que precede a minha dança com a solidão
Quando a lua beija minha testa
Como pagamento de uma promessa
A um tempo distante me rendo
E meus olhos são refletidos por uma infinidade de estrelas tímidas
Organizadas sem precisão
Todas elas tem uma mensagem
E eu assisto enquanto minhas fiéis confidentes
Se vão
Mas terei eu partido
No tempo que me trouxerem resposta
Ou demora porque sabes
Que de boa vontade serei
Sempre prisioneira
Do seu coração?

Carolina Alves