Filme: Um Estranho No Ninho

Olá pessoal! :)

Queria ter feito esse post há mais tempo, porém a preguiça não me permitiu. Mas, vamos ao que interessa. Esse é um filme meio velho, eu fui saber da existência dele enquanto procurava sobre o filme O Silêncio dos Inocentes. Em algum link relacionado acabei parando nele.

Aí, o santo Netflix estava dizendo: Ei, me assista! E eu obediente que sou, fui. E persistente também, diga-se de passagem, já que fiquei das 16 h da tarde até as 20 h da noite pra terminar tudo, graças a maravilha que é a minha internet. Glória!

Sinopse: Randle Patrick McMurphy (Jack Nicholson), um prisioneiro, simula estar insano para não trabalhar e vai para uma instituição para doentes mentais. Lá estimula os internos a se revoltarem contra as rígidas normas impostas pela enfermeira-chefe Ratched (Louise Fletcher), mas não tem idéia do preço que irá pagar por desafiar uma clínica “especializada”.

Minha opinião sobre: No começo eu quase fechei o filme, porque sério, eles falaram bom dia umas quinhentas vezes e nada acontecia. Mas pacientemente eu esperei, já que não tinha nada melhor pra fazer, e depois de uns trinta minutos eu me apeguei ao protagonista e comecei a me divertir com o filme. Teve uma hora que eu achei que tava ficando bem louca, tipo aquele deja vù tenebroso que não te larga? Aí depois eu descobri que estava ficando confusa porque tem alguma temporada de House que o médico fica num hospital desses e faz umas coisas do tipo né? Deve ter sido inspirado.

Mas enfim, eu tenho a sensação de que eu deveria sentir alguma simpatia pela enfermeira, mas na verdade eu odiei ela com todas as minhas forças, porque acho que a culpa foi dela (assistam pra saber do que eu estou falando), mesmo que indiretamente. Já o Randle possui alguma coisa que faz você esquecer que ele é um bandido perigoso e tudo o mais, já que ele – na minha opinião – é o único que parece se importar com os outros dentro da clínica. Vide a amizade dele com o Chefe.

O final do filme foi uma coisa que eu não estava esperando de jeito nenhum. Existem dois acontecimentos dramáticos. O primeiro até era um pouco esperado, mas eu não estava preparada psicologicamente para o segundo. Chorei nos dois. E a cena final com o Chefe foi de alguma forma tranquilizadora. O que eu tenho pra dizer é: assistam. Embora comece se arrastando, o filme surpreende bastante ao seu decorrer.

Carolina Alves.

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Série: Narcos

Ei pessoas :)

Vocês que vivem pela a internet já devem ter percebido que muita gente está comentando sobre a série original do Netflix, Narcos. Pois bem, caso você já tenha visto os episódios, nos diga o que achou! Se ainda não viu, continue com a gente:

Narcos é uma série sobre o narcotráfico, especialmente sobre o mais importante na Colômbia, o Cartel de Mendellín. Alguma vez na vida você já deve ter ouvido falar sobre Pablo Escobar, certo? Trazendo Wagner Moura como o emblemático traficante, Narcos é uma daquelas coisas que você fica impressionado e não pode parar de assistir, seja por curiosidade sobre fatos históricos retratados no entretenimento, ou por ser realmente uma produção muito boa.

Obviamente é uma história – real – que se vende sozinha, mas isso é mero detalhe, porque tenho certeza de que a série poderia não ter sido tão boa se não tivesse sido retratada com tanto esmero por parte das pessoas envolvidas no projeto. Como sempre, gosto de lembrar que não tenho a menor competência para falar sobre esse tipo de coisa, mas como espectadora essa é a impressão que tenho.

Se você ainda não assistiu a essa série, eu recomendo fervorosamente que faça isso. Você talvez não seja fã desse tipo de coisa, mas além das atuações incríveis, acho que existe uma curiosidade geral para entender melhor a história (isso é, para quem não viveu isso) de como um cara de origem humilde se tornou uma das pessoas mais ricas e perigosas da história do tráfico.

(E por último: a não ser que você seja de algum país que tenha o espanhol como língua materna, ou seja muito perfeccionista, não acho que o sotaque do Wagner Moura vai te incomodar muito. O que incomoda mesmo são alguns sites nacionais (internacionais até vai, afinal eles que falam a língua têm o direito de reclamar) tentando ofuscar a atuação do cara por causa desse detalhe)

Carolina Alves

Filme: Tomboy

Oi gente!

Vim aqui indicar um filme muito lindo que achei super por acaso, eu tava vendo alguma notícia na internet e digitei “tomboy” no google porque a palavra aparecia na matéria, aí os primeiros links eram sobre o filme. Achei a sinopse interessante e descobri que tinha no Netflix. (pra minha surpresa o filme é em francês, olha que tinha passado dessa fase, hahaha, sinais do universo)

Eu não entendo nada técnico de cinema, e vi pouquíssimos filmes europeus, e sério, dos poucos apenas 1 ou 2 não deviam ser franceses, então vou colocar como cinema francês em geral… Mas, eu tenho percebido que eles tem uma força dramática, um apelo, uma coisa sensível, sem realmente recorrer à cenas dramáticas no estilo dos filmes americanos que estou acostumada, e acho isso muito interessante, porque você pensa que a cena dramática vai dar toda a diferença, fazer parecer mais real… mas eles conseguem o mesmo efeito com muito mais naturalidade (e olha que sou uma fã louca de cenas super dramáticas)… Eu não sei se estou falando bobagens, mas foi a impressão que eu tive dos poucos filmes que assisti. Tomboy é um desses.

Gente, sério… Vocês precisam assistir a esse filme. É muito bonito, e simples. E curtíssimo também, só tem 1 hora e meia… Enfim, sem mais delongas, sinopse:

Laure (Zoé Héran) é uma garota de 10 anos, que vive com os pais e a irmã caçula, Jeanne (Malonn Lévana). A família se mudou há pouco tempo e, com isso, não conhece os vizinhos. Um dia Laure resolve ir na rua e conhece Lisa (Jeanne Disson), que a confunde com um menino. Laure, que usa cabelo curto e gosta de vestir roupas masculinas, aceita a confusão e lhe diz que seu nome é Mickaël. A partir de então ela leva uma vida dupla, já que seus pais não sabem de sua falsa identidade.

Tomboy

Carolina Alves

Filme: A Delicadeza do Amor

Oi pessoal!

Faz um tempo que não aparecemos pelo blog com posts frequentes… Tempos de criatividade estagnada. Triste. Porém… Eu (Carol) entrei em uma fase “a louca dos idiomas” por causa dessa greve da faculdade, que me deixa à toa. Daí baixei o Duolingo e fui feliz, hahaha. Dentre os seis idiomas que escolhi está o francês, e aí Isabella também entrou em crise de francês! Então ela assistiu esse filme A Delicadeza do Amor e me sugeriu. Pra nossa sorte existe o Netflix, agora estamos caçando todos os filmes em francês por lá! hahaha. Mas, sem mais delongas: vamos ao propósito do post!

Sinopse: Nathalie (Audrey Tautou) é jovem, bonita, tem um casamento perfeito e leva uma vida tranquila, com tudo no lugar. Contudo, quando seu marido vem a falecer após uma acidente, seu mundo vira de cabeça para baixo. Para superar os momentos tristes, ela decide focar no trabalho e deixa de lado seus sentimentos. Até o dia em que ela, sem mais nem menos, tasca um beijo em Markus (François Damiens), seu colega de trabalho e os dois acabam embarcando numa jornada emocional não programada, revelando uma série de questões até então despercebida por ambos, o que os leva a fugir para redescobrir o prazer de viver e entender melhor esse amor recém-descoberto.

Não deixem de assistir, o filme realmente é uma graça! (Sem contar o fato de que se você estiver no mesmo barco que a gente, pode tentar entender o que eles falam em francês também (e ser mais bem sucedido do que eu, que só entendi palavras aleatórias, tipo: uva, tudo bem, sim, não, obrigada, hahahahahaha)).

Obs: Se algum de vocês conhece algum filme em alemão que não seja drama nem terror, por favor, me indiquem! Eu achei um no YouTube que não me recordo o nome agora, mas nem legenda tinha, só consegui assistir 10 minutos e fiquei totalmente horrorizada e perdida, o filme era muito confuso, e além de tudo eu só entendi o obrigada que alguém disse aleatoriamente, hahahaha.

Carolina Alves

Apartment 23

A série Don’t Trust the Bitch in Apartment 23 estreou em 2012 e consiste numa comédia. Eu peguei pra assistir porque gosto de séries com capítulos curtos pra passar o tempo sem ter que dar muita atenção.

Sinopse: June decide se mudar para Nova York para ir atrás da carreira de seus sonhos, em uma hipotecária, que já vem com um apartamento incluído. No entanto, ela tem pouca sorte e a companhia é fechada logo no seu primeiro dia, e o apartamento é retirado dela. June passa a morar com Chloe, que é um pouco vigarista e muito festeira. De início, elas não se dão bem. Mas quando as tentativas de Chloe de enganar June dão errado, elas acabam tornando-se amigas.

Aparecendo sempre nas indicações pra mim, finalmente um dia peguei pra assistir antes de dormir. Acabei vendo mais episódios do que esperava! Uma pena ser tão curta, com duas temporadas e com apenas 26 episódios de 22 minutos. A série infelizmente já foi cancelada. Apesar disso, é muito divertida e eu recomendo pra quem gosta de boas comédias. Está disponível na Netflix todos os episódios!!

Beijinhos.

Pretty Little Liars

Eu juro que tinha muito preconceito com essa série (conhecida como Maldosas aqui no Brasil)! Já tinha visto umas propagandas no canal Boomerang na época que estreou, mas parecia muito bobinha (e de certa forma tem umas coisas bem bobas mesmo). Entretanto com um tempo de muita insistência da minha irmã, e com um dia sem nada pra fazer resolvi assistir. Assim, de primeira me intrigou um pouco e fiquei interessada porque é uma história que envolve muito mistério, suspense, e um certo drama adolescente. Apesar de ter seus altos e baixos (muita enrolação e algumas coisas irrelevantes), a série é bem legal, e a gente fica tão envolvido que passa até a criar umas teorias bem loucas, ou umas que fazem um sentido enorme numa fase e em outra desconstrói tudo o que você pensou… Maratonas não são recomendáveis, porque eu chegava a achar que tinha alguém me observando também, haha. Agora já estou no final da 5ª temporada, sofrendo… Então, essa é minha indicação de hoje.

Sinopse: Rosewood é uma pequena e tranquila cidade na Pensilvânia. De tão tranquila e intocada, nunca se adivinharia que detém tantos segredos. Há um ano, a popular Alison Dilaurentis desapareceu, deixando todos acreditarem que fora vítima de um assassinato. Depois desse grande fato na cidade, a amizade entre suas quatro inseparáveis amigas nunca mais foi a mesma. De forma trágica, o destino une Aria, Emily, Hanna e Spencer novamente. Mas o caos se instala na vida das quatro garotas quando elas começam a receber mensagens de texto de alguém que se autointitula “A”, ameaçando revelar segredos que só Alison poderia saber.

A série foi criada por Malene King, é vagamente baseada na popular série de livros de mesmo nome escritos por Sara Shepard, e sete temporadas já estão confirmadas. Aqui no Brasil já foi exibida nos canais Boomerang, Glitz e até no SBT, e na Netflix tem disponível até a 4ª temporada. A sexta estreia esse ano, no dia 2 de junho, e eu estou aqui na expectativa de descobrir finalmente quem é “A“.

Animações

Oi pessoas!

Então, eu não sei vocês, mas eu gosto muito de filmes em animações, desenhos, nada de pessoas de carne e osso, hahaha. E recentemente, por causa da irmã de Isabella, eu assisti duas animações e resolvi postar as que eu mais gosto (mas como são muitas, provavelmente eu farei outros posts com o resto em algum momento da vida hahaha), mas deixem nos comentários as favoritas de vocês! ;)

(A ordem do post não tem nada a ver com o meu favoritismo, não consigo me decidir entre elas, hahaha)

Tarzan

Eu amo esse filme. Eu acho que era uma das fitas (ai, velhice) que eu mais assistia quando era pequena. Eu simplesmente amo a cena que o Kerchak (o pai gorila) morre, é uma das mais emocionantes, quanto ele e Tarzan finalmente se entendem. Outra parte que eu gosto bastante é quando o Tarzan começa a se questionar sobre a vida com os humanos por causa da convivência que começa a ter com eles, acho o personagem tão bem construído… Sem contar as músicas, especialmente a que o Phil Collins – até mesmo a versão em português – canta. Enfim, não importa quantas animações surjam nesse mundo, Tarzan continua sendo uma das únicas que se mantém constantes no meu gosto.

Ah, essa cena <3
Ah, essa cena <3

Mulan

Eu gosto muito de Cinderela, morro de medo da animação de Branca de Neve, simpatizo com a Bela (da Bela e a Fera), mas a Mulan é uma graça. O filme é tão bonito! A menina toda desajeitada que foi apontada por aquela casamenteira louca como aquela que não conseguiria arrumar um marido e era uma vergonha, de repente se vê com a chance de fazer alguma coisa relevante, poupando seu pai que já não era tão novo, e estava debilitado, de ir para a guerra e servindo seu país, Mulan se veste de homem e com a ajuda de Mushu se torna um excelente soldado, sendo incrível na guerra e salvando a vida do capitão Lee, até ser humilhada ao ser descoberta como mulher. Mesmo assim ela não desiste, prova ser “mais macho que muito homem” e salva o Imperador e todo o resto dos perigosos hunos. Assim como Tarzan, Mulan é totalmente uma parte insubstituível. Sem contar que TODAS as músicas são maravilhosas, Reflection é a minha favorita!

mulan
O quarteto fantástico, hahaha <3

Frankweenie

Eu adoro essa coisa meio estranha/sombria dos filmes que o Tim Burton costuma fazer. Eu não sei porque eu gosto tanto desse em particular, é tão esquisito. O filme conta a história de um menino que fica triste quando o seu cachorro morre atropelado, e por causa de uma aula de ciências tem uma ideia pra trazer ele de volta. Eu não sei o que é, mas deve ser a identificação de perder algo/alguém que se goste, e mesmo não sendo um filme sem nada demais, me cativou. Mas o fato de todos (ou a maioria) dos personagens terem os olhos esbugalhados e parecerem estar mortos (não que eles pareçam mortos, mas é tudo muito cinza e muito esquisito) me incomoda um pouco.

Victor e Sparky
Victor e Sparky

O Rei Leão

Nem preciso dizer nada, né? Um dos maiores clássicos da Disney, muita gente acha ser a melhor animação do estúdio, sucesso de crítica e bilheteria… Mas o que importa: uma história maravilhosa. O Rei Leão é um dos poucos filmes de animação que eu gosto da sequência tanto quanto o original (O 2 eu sou apaixonada também. Aquele 3, porém, pra mim, podia não ter existido que não sentiria falta). E mais do que qualquer um dos outros filmes que eu citei, as músicas do Rei Leão possuem um apelo incrível. Enfim, esse filme é demais, e o Simba antes de ser rei também, hahaha (também gosto dele no 2º filme).

Scar miserável...
Scar miserável…

Toy Story

Depois que eu assisti esse filme eu (acredito que muitas crianças também) fiquei com a paranoia de que meus brinquedos iam me atacar ou começar a se mexer no meio da noite, hahaha. Essa é uma história que não dá pra não gostar, o Andy é o dono que todo brinquedo quer ter, e o Woody é um personagem muito carismático, que mesmo sendo o herói, o principal, não fica chato, porque ele tem várias nuances, mesmo sendo bonzinho ele também age por impulso – como com seus ciúmes por causa do Buzz -, mas no fim sempre faz a coisa certa. Enfim, morri de chorar no 3, amo todas as continuações, é um filme com uma trilha sonora legal também. Sério, tem alguém que não gosta de Toy Story? ;)

toystory

Carolina Alves